sorrateira pra matar Enfermeiros, Médicos, Seguranças, nos variados tipos
de mortes. A diferença aqui é que você que se esconder nas sombras pra
ninguém te ver, e você terá um arsenal de armas a disposição, desde
seringas, passando por sacos pláticos e serra elétricas, você irá esmagar
craneos, jogar em bueiros e até eletrocutá-los. Neste Manhunt 2 pode te
enjoar um pouco porque a matança é maior que o primeiro game.
Os gráficos de Manhunt 2 ficaram pior que o primeiro, personagens com
perdas de textura, pouco real e embaçados em certo momento, eu não sei
porque acontece sempre as continuações conseguem ser piores.
O som ficou igual ao antecessor, nada que comprometa.
A câmera de Manhunt 2 é pífia, como uma pessoa consegue andar com o
personagem com o analógico esquerdo e também controlar a câmera com
esse mesmo botão? Ficou confuso nesse ponto.
Conclusão, Manhunt 2 coseguiu ser pior que o primeiro game, com gráficos
ruins e câmeras toscas espantou alguns gamers, incluindo "eu", a única
coisa que valeu foi a ação que se manteve.
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Manhunt 2
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Gee Gamer
PS2:Mercenaries World in Flames
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O ponto forte do jogo é mesmo esse: destruir tudo e todos. Mesmo para uma consola 128 bits, a quantidade de cenário passível de ficar ainda mais feia é impressionante. Recorrendo a variada artilharia pesada (lança-mísseis, explosivos C4 ou ajuda aérea), praticamente tudo o que é edifício, veículo e inimigo fica reduzido a pouco mais do que nada. Esta prática destrutiva só não é mais divertida porque os efeitos visuais deixam muito a desejar, nomeadamente, as explosões resultantes dos referidos massacres.
E, apesar de já termos mencionado que a narrativa era igual à das versões para consolas mais recentes, quem já experimentou ambas as versões nota que o desenho dos níveis está amputado em prol do desempenho da PlayStation 2. Níveis mais curtos para contar a mesma estória, misturando velho com novo em alguns pontos. Exemplo disso é aquilo que se passa com o roubo e condução dos veículos. O acto de roubar um veículo inimigo é divertido, obrigando o jogador a pressionar o botão no controlador quando o mesmo aparece no televisor. No entanto, toda a adrenalina de nos apoderarmos daquilo que não é nosso cai por terra quando o tentamos conduzir. Vítima dos mencionados cortes, a distância de desenho arruína por completo o prazer de fugir às tropas inimigas, transformando qualquer condutor numa versão moderna de Mr. Magoo.
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Gee Gamer
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