Mostrando postagens com marcador Playstation 2. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Playstation 2. Mostrar todas as postagens

Manhunt 2



sorrateira pra matar Enfermeiros, Médicos, Seguranças, nos variados tipos
de mortes. A diferença aqui é que você que se esconder nas sombras pra
ninguém te ver, e você terá um arsenal de armas a disposição, desde
seringas, passando por sacos pláticos e serra elétricas, você irá esmagar
craneos, jogar em bueiros e até eletrocutá-los. Neste Manhunt 2 pode te
enjoar um pouco porque a matança é maior que o primeiro game.

Os gráficos de Manhunt 2 ficaram pior que o primeiro, personagens com
perdas de textura, pouco real e embaçados em certo momento, eu não sei 
porque acontece sempre as continuações conseguem ser piores.
O som ficou igual ao antecessor, nada que comprometa.

A câmera de Manhunt 2 é pífia, como uma pessoa consegue andar com o
personagem com o analógico esquerdo e também controlar a câmera com
esse mesmo botão? Ficou confuso nesse ponto. 

Conclusão, Manhunt 2 coseguiu ser pior que o primeiro game, com gráficos
ruins e câmeras toscas espantou alguns gamers, incluindo "eu", a única
coisa que valeu foi a ação que se manteve.

jogabilidade aqui é a mesma do primeiro game, você usará de sua ação

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

PS2:Mercenaries World in Flames



A estória de Mercenaries 2 pode ser contada de três pontos de vista diferentes. Antes de nos ser dado a conhecer o primeiro parágrafo da narrativa temos que escolher de entre as seguintes personagens – Chris Jacobs, Jennifer Mui ou Mattais Nillson. Independentemente de quem escolherem, serão traídos por Ramon Solano e passarão o resto da narrativa a tentar apanhar esse vilão e fazê-lo pagar pelas suas acções nefastas. Pelo caminho, destruirão meia Venezuela. 

O ponto forte do jogo é mesmo esse: destruir tudo e todos. Mesmo para uma consola 128 bits, a quantidade de cenário passível de ficar ainda mais feia é impressionante. Recorrendo a variada artilharia pesada (lança-mísseis, explosivos C4 ou ajuda aérea), praticamente tudo o que é edifício, veículo e inimigo fica reduzido a pouco mais do que nada. Esta prática destrutiva só não é mais divertida porque os efeitos visuais deixam muito a desejar, nomeadamente, as explosões resultantes dos referidos massacres. 

E, apesar de já termos mencionado que a narrativa era igual à das versões para consolas mais recentes, quem já experimentou ambas as versões nota que o desenho dos níveis está amputado em prol do desempenho da PlayStation 2. Níveis mais curtos para contar a mesma estória, misturando velho com novo em alguns pontos. Exemplo disso é aquilo que se passa com o roubo e condução dos veículos. O acto de roubar um veículo inimigo é divertido, obrigando o jogador a pressionar o botão no controlador quando o mesmo aparece no televisor. No entanto, toda a adrenalina de nos apoderarmos daquilo que não é nosso cai por terra quando o tentamos conduzir. Vítima dos mencionados cortes, a distância de desenho arruína por completo o prazer de fugir às tropas inimigas, transformando qualquer condutor numa versão moderna de Mr. Magoo. 
A apresentação desta versão do jogo é má. Os cenários apresentam-se mutilados em partes cruciais, as cenas de corte são insípidas e desinspiradas, não incentivando à motivação do jogador. A rematar este capítulo estão as explosões, que não fazem justiça à destruição. É a mesma coisa que fazer implodir um prédio com a chama de uma vela: não conseguimos deixar de sentir que algo de importante foi cortado para a gaveta. É certo que estamos a falar da versão PlayStation 2, contudo, certamente existiram pontos menos importantes para serem deixados fora do DVD. 

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS