
O ponto forte do jogo é mesmo esse: destruir tudo e todos. Mesmo para uma consola 128 bits, a quantidade de cenário passível de ficar ainda mais feia é impressionante. Recorrendo a variada artilharia pesada (lança-mísseis, explosivos C4 ou ajuda aérea), praticamente tudo o que é edifício, veículo e inimigo fica reduzido a pouco mais do que nada. Esta prática destrutiva só não é mais divertida porque os efeitos visuais deixam muito a desejar, nomeadamente, as explosões resultantes dos referidos massacres.
E, apesar de já termos mencionado que a narrativa era igual à das versões para consolas mais recentes, quem já experimentou ambas as versões nota que o desenho dos níveis está amputado em prol do desempenho da PlayStation 2. Níveis mais curtos para contar a mesma estória, misturando velho com novo em alguns pontos. Exemplo disso é aquilo que se passa com o roubo e condução dos veículos. O acto de roubar um veículo inimigo é divertido, obrigando o jogador a pressionar o botão no controlador quando o mesmo aparece no televisor. No entanto, toda a adrenalina de nos apoderarmos daquilo que não é nosso cai por terra quando o tentamos conduzir. Vítima dos mencionados cortes, a distância de desenho arruína por completo o prazer de fugir às tropas inimigas, transformando qualquer condutor numa versão moderna de Mr. Magoo.






0 comentários:
Postar um comentário