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Cena de Modern Warfare 3 mostra explosão de carro-bomba e morte de criança

Parte da cena da explosão em Modern Warfare 3 (Foto: Reprodução)


















Cena de COD 3 mostra a explosão de um carro bomba que consequentemente mata uma criança que brincava na calçada. O que acharam? Ruim por mostrar uma morte tão brutal? Na verdade eu penso que não pois é isso que acontece no mundo de hoje não só crianças morrendo mais todo tipo de pessoas grávidas, idosos e as próprias crianças. Mas eu acho q logo alguns países proibirão este jogo não dou muito tempo para isto acontecer. Curtam o vídeo.

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Vídeo mostra como seria Grand Theft Auto V com o Kinect

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Tanques de guerra desfilam no lançamento de Battlefield 3

Tanques de guerra desfilaram em Londres na data de laçamento do game Battlefield 3. Com apenas 16 toneladas os grandalhões com soldados vestidos a caráter e placas de Battlefield 3. Tudo para atrair o publico. Isto pra mim é pura publicidade nada mais que isso, mas também gostei muito fi muito bem pensado.
Tanque de Battlefield 3 nas ruas de Londres (Foto: Reprodução)

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Novas imagens de Battlefield 3: Back to Karkand

Battlefield 3: Back to Karkand (Foto: Divulgação)Battlefield 3: Back to Karkand (Foto: Divulgação)Battlefield 3: Back to Karkand (Foto: Divulgação)

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Curiosidade de PES e FIFA

Trio do Corinthians: Dentinho, Ronaldo e R. Carlos aparecem apenas em "PES 2012"
Ronaldo no Corinthians Neymar o melhor jogador do Brasil, estas são algumas das curiosidades dos jogos PES 12 e FIFA 12. As diferenças de forças dos times também são curiosas Vasco que é o líder do brasileirão está em 5º colocado atraz de Atlético Mineiro e de Palmeiras que não estão em bom momento. Santos atual campeão da Libertadores da América já esta com vaga carimbada ano que vem mais no PES não esta fora da competição. O ponto positivo é de que até mesmo os jogadores do Brasil no PES estão muito parecidos já no FIFA não.

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Fifa 12


       É somente hoje tive o primeiro contato com o fifa 12. Surpresa? absolutamente "nenhuma" caramba, não vi nada de diferente em gramado, etc. A minha analise é de que o jogo ficou bem mais pesado para se jogar mais lento entende? Isso ate que gostei porque ficou mais real, os jogadores cansam, tropeçam sozinhos, isso foi bem pensando, os tombos quando os jogadores se chocam ficaram muito bons, os dribles, os cortes tudo muito bom. Mas o que me desanimou foram as mesmas coisas do FIFA 11 e acho que de todos os FIFA, "os rebots" você sempre terá duas chance de fazer o gol se não fizer nessas duas desista não irá fazer, pode ate ser que você tenha 3,4 ou ate 5 chances mais não vai fazer. Joguei apenas um jogo com meu irmão acabei perdendo com um gol totalmente nada a ver, meu jogadores travam ele recebe um lançamento e, beleza gol dos caras. Bom mais ainda gosto do FIFA 11 gostei da realidade do FIFA 12 mais me parece que precisamos já de um novo vídeo-game porque parece que não mudarão mais que isso, chegarão apenas jogos novos mais a realidade será a mesma. Gostei da torcida que pula bastante durante o jogo e ficou um pouco mais real.

Obrigado pela Atenção. Ass: Gee Gamer

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Gears of War 2. Atendendo a Pedidos.



     Está é a continuação do grande sucesso do Xbox 360, o game não tem muitas inovações. Um toque de mestre que ao invés de mudarem o jogo deixaram como o 1º que encantou uma decisão sábia mais embora bem difícil, com certeza quem pensou isso não pensou de uma hora para outra.
alt   O jogo 
 Uma certeza? este jogo não é para crianças. o Gears 1, em uma semana antes era o jogo mais jogado da Live o jogo já era mania na rede. O soldado Marcus Fenix, um verdadeiro "armário" ambulante que luta contra a invasão alienígena Locust. Ao lado de Dominic Santiago, Augustus Cole e Damon Baird, Marcus integra o pelotão Delta e cabe a ele mudar o rumo da guerra a favor da raça humana, é claro.


alt   O jogo é muito bem feito o cenário é cativante, os soldados que são pesadões não dão super pulos ou melhor, não dão nem pulos normais saem pouco do chão, isso dando pouca exposição ao inimigo. A recomendação fundamental é usar paredes, muros e objetos para se proteger dos tiros dos oponentes - aperte o botão "A" próximo a um objeto, que pode ser desde uma parede a uma minhoca gigante, e proteja-se. No jogo também a aqueles modos de tiros em que você não olha para onde atira rifando tiros(você eu digo o jogador porque você pode mirar e acertar, mais o soldado não olha) lembrando que só serve para inimigos próximos.
altNovidades
   As novidades do jogo como já disse não são muitas mais as poucas fazem muito pelo jogo. Temos 2 novidades do novo arsenal do game, o LANCHA-CHAMAS  não tem mais longo alcance mais agora acaba com grupos de inimigos  e o MULCHER  é uma super metralhadora que atravessa vários inimigos de uma vez igual a papel. 
    Também está incluso um novo cenário mais aberto e podendo enfrentar centenas de inimigos ao mesmo tempo. A sensação de guerra é maior na continuação.
    Outra ótima novidade são as campanhas amigas online onde você pode jogar e fechar o jogo a 2 na live, fato legal é que você terá de escolher a dificuldade e seu amigo também, se você não souber jogar muito bem poderá escolher a dificuldade inciante e ele a maximá permitida e mesmo assim jogarão juntos. Legal não? Este fato torna o game o melhor.
     Além destas novidades no competitivo, há também um passatempo cooperativo inédito batizado de "Horde Mode", cuja meta é sobreviver a sucessivas ondas de ataques de Locust, cada uma mais difícil que outra e que exige tática e trabalho em equipe. Há uma conquista para quem sobreviver a dez ataques e outra para todos que vencerem a 50, a última delas.
Mais
Um dos jogos mais bonitos do Xbox 360, e talvez desta geração inteira, "Gears of War". As fases em veículos ainda estão no game e muito bem feitas.




Postagem feita a Pedidos de ADRIANO, Peça sua ANÁLISE também.

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The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena

    Segundo outros blogs que vi, disseram que o jogo Riddick esta sensacional e coisa tal, bom eu sinceramente gostei do jogo, mais nem chega perto do sensacional, não entendi muito bem a trama do jogo.
    Deu pra ver que o cara é bem procurado e foi capturado assim você terá que fugir de uma prisão que é escura por sinal, você usará ela para eliminar seus rivais. Jogo de tiro em primeira pessoa, no começo você até da alguns disparos mas depois você usa a escuridão e nem precisará da arma as vezes.
     Grande ponto é a inteligência artificial que é bem usada pelos inimigos que aparecem do nada ou ficam escondidos esperando você. Você também precisará usar a inteligência,  tendo de esconder os corpos      Grande ponto é a inteligência artificial que é bem usada pelos inimigos que aparecem do nada ou ficam escondidos esperando você. Você também precisará usar a inteligência,  tendo de esconder os corpos inimigos Coisa difícil de acontecer é você sobreviver a ataques dos inimigos.
      A segunda parte do game Riddick agora está preso em uma gigantesca nave espacial, repleta de mercenários e soldados lobotomizados. 
   Um fato legal do jogo é que se você olhar tudo para baixo você verá suas próprias pernas, pode não ser tudo de bom, mais é muito bem pensado afinal não é em qualquer jogo que tem isso.


Online


A inclusão do modo online para vários jogadores merece destaque, proporcionando horas a fio de diversão em vários modos de jogo e 15 mapas diferentes. Além dos clássicos 'mata-mata' entre todos e entre equipes para até 12 jogadores, há o modo Pitch Black. Nele, um dos jogadores encarna Riddick e os demais atuam como mercenários, caçando-o no completo breu, utilizando a luz de suas armas como única maneira de conseguir localizar o criminoso.

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Far Cry 2



      Far Cry game de tiro em primeira pessoa. Um grande ponto do jogo é que o mapa é aberto estilo GTA, onde você pode desviar de missões principais para fazer outras ações. Então o game nunca tenta te tirar a liberdade ou deixa faltar elementos para entretê-lo só para forçar o desenvolvimento da trama, que é um fiapo de história, com uma ou outra reviravolta, sobre um mercenário contratado para assassinar um traficante de armas conhecido como "O Chacal", em um país não-identificado da África. É possível escolher um entre vários personagens principais, incluindo o paulistano Marty Alencar, que começa a aventura descobrindo que o país está em um momento de tensão, em um cessar-fogo entre um exército rebelde, o UFLL, e as tropas do governo deposto, chamadas de APR. Mas até mesmo a natureza parece conspirar contra você no lugar e, ao contrair malária em um hotel, você é pego desprevenido pelo próprio Chacal, que poupa sua vida, mas acaba tirando todas as suas armas e recursos.
       Você terá que se infiltrar em campos para matar determinadas figuras, interceptar carregamentos ou coisas do tipo a todo momento, além de ter que lidar com inimigos bastante insistentes. Por exemplo, ao matar soldados que vigiam algum ponto da estrada, poucos minutos depois, eles estarão lá novamente para encher a paciência caso você tenha que passar por ali de novo.
     Os videos de apresentação do game são de grande qualidade  com gráficos belíssimos. em partes do jogo acontece a mudança do tempo como dia e noite, as explosões magnificas.
     Defeitos sabemos que todos jogos tem mais os deste game não interfere para que ele seja considerado ruim ou que os defeitos estragaram o jogo.
       Para tornar este modo mais robusto, foi incluído um editor de mapas nas versões do jogo para todas as plataformas. Fácil de usar, ele tem ferramentas de modelagem de terreno e uma infinidade de itens e objetos para dar asas à imaginação dos usuários. Assim, quando alguém quiser jogá-lo, os outros participantes serão avisados e poderão baixar o mapa automaticamente, em um processo simples e relativamente rápido.

Confira um vídeo Trailer do jogo.





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Dirt 3



Depois de Collin McRae: Dirt e Collin Mcrae: Dirt 2  , a Codemasters resolveu dar cara nova à franquia e lançou um novo jogo. Embora o Collin McRae tenha sido removido do título, as altas velocidades do game continuam as mesmas com muita adrenalina.
Nas pistas o jogo apresenta opções de otimização, como rigidez da suspensão mas carece de mais detalhes e especificações, o que até certo ponto é benéfico para os iniciantes, que não tem que ficar quebrando a cabeça com demais detalhes.
O até então dito simulador de Rally possui licença da World Rally Championship, o que dá aos desenvolvedores de Dirt 3 a oportunidade de reproduzir cenários reais dentro do jogo. E quão reais!
Sendo desenvolvido com a engine EGO 2.0, Dirt 3 impressiona seu público dos menos experientes a até mesmo os veteranos. Os cenários de Dirt 3 são inspirados em países como Kenya, Mônaco e Finlândia. Mas como se não bastassem os gráficos extremamente fiéis ao mundo real, o jogo também demonstra bastante riqueza no que diz respeito às modalidades de jogo, podendo disputar além do famoso Rally, modos variados como Rally CrossLand RushTrail Blazer etc.


Todavia, um fator que tem atraído críticas negativas para o jogo é a pequena variedade de circuitos. De fato, o jogo apresenta variações dia/noite e sentido inverso, mas não é a mesma coisa de correr em paisagens diferentes, não é mesmo? Mas essa carência de variedades nas pistas em compensada com carros. Dezenas de modelos estão disponíveis para o jogador, divididos por Época! Isso mesmo, em Dirt 3 você poderá pilotar veículos da década de 60, progredindo no tempo até os dias de hoje.
O jogo também conta com aquilo que consideramos por Modo Carreira. Em Dirt Tour, o jogador disputará campeonatos em quatro temporadas. Sendo que nestas temporadas não necessariamente o jogador tenha que se limitar a um campeonato. Isso faz com que o jogador adquira certa autonomia, evitando que a história termine muito rápido.
E, por fim, pra quem não quer se limitar a jogar sozinho, Dirt 3 também apresenta um modo online de bastante qualidade. Sem muitos lags, você poderá escolher entre diversos modos de jogo para desafiar seus amigos ou até mesmo desconhecidos.


Confira esse video do game.


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Army Of Two 40 Day

Com a entrada na nova geração, uma das coisas pelas quais aguardava era sem dúvida o formato cooperativo. Claro que não é algo novo, mas na forma que nos era prometido, com gráficos de sonho, comunicação por voz, enredo adulto, onde poderíamos ajudar nossos colegas em fantásticas lutas cinematográficas (Sim sou fã do Resgate do Soldado Ryan) que enchiam os meus olhos de admiração. A nova geração veio e realmente os modos cooperativos estão na ordem do dia.
Um dos jogos que tentou explorar esta faceta de "irmãos de guerra" foi Army of Two, que prometia de uma forma revolucionária elevar a um patamar ainda não visto a este respeito. Mas promessas há muitas, e embora não seja um jogo mau, não conseguiu trazer tudo aquilo que prometia.
Mas o passado já lá vai, e a EA Montreal traz-nos de novo a dupla de mercenários, Elliot Salem e Tyson Rios. Quem não está familiarizado com esta dupla, fica a saber que Elliot Salem e Tyson Rios são dois ex-militares que trabalham agora para agências sob contratação, onde o que importa é o quanto facturam em cada missão, sempre debaixo da sua agência privada a TransWorld Operations, ou simplesmente TWO. Em Army of Two: The 40th Day Rios e Salem estão em Xangai nas suas vidas pacatas de militares privados, mas nem tudo são rosas, estes militares são apanhados num fogo cruzado e vêem-se numa posição que os obriga a lutar pelas suas vidas, enquanto que sua colega da agência TWO, Alice Murray, os tenta resgatar desta guerra que não é a deles.
'Army of Two: The 40th Day' Screenshot 1
Estes dois até o suor deles cheira a mauzões.
No fundo, não somos contratados para efectuar X missão, com um plano bem delineado, estamos perante uma guerra à qual não fomos chamados, mas somos obrigados a combater e ter um papel importante no seu desenrolar. Diferente do anterior, agora estamos apenas circunscritos a um local, neste caso a cidade de Xangai, não havendo variações de missões, sendo que o jogo corre de forma linear, em constante acção frenética. Sendo um ambiente citadino, temos imensos prédios em destruição e o estado da cidade de Xangai é simplesmente caótico, com imensos prédios destruídos, incluindo alguns marcos conhecidos. No fundo é criado um quadro vivido, onde somos colocados no centro dos acontecimento.
Army of Two: The 40th Day trás o que de bom e mau o seu original continha, mas conseguindo ser um jogo mais equilibrado, principalmente na progressão, não sendo agora tão lento nas mecânicas da jogabilidade. Salem e Rios estão mais enérgicos e flexíveis, sendo agora possível usarmos o sistema de protecção vindos de uma posição de corrida, quer em muros, paredes ou objectos, podemos deslizar até chegarmos a uma zona de protecção. Algo que não é novo em outros jogos, mas que é adaptado aqui na perfeição. As mudanças de local de cobertura estão também mais rápidas, criando um efeito mais fluido na jogabilidade.
Sendo um jogo em que ambos os mercenários são necessários, podemos escolher entre um deles, sendo que o outro será controlado pela IA. Podemos também jogar em modo cooperativo, em ecrã dividido, Online com amigo privado ou modo online público. Se jogarmos sozinhos, o nosso colega obedecerá às nossas ordens, quer seja para atacar com força, parar ou mesmo usar determinada arma ou abrir portas. Esta ligação será extremamente útil, pois podemos criar tácticas de ataque, onde a organização é fundamental para a sobrevivência.
Fiquei agradado com a IA do nosso colega, pois esta é uma questão que não funciona bem em muitos outros jogos. Embora não seja como jogar com um colega real (só se ele for um quem eu cá sei), temos situações em que a obediência aos comandos é muito aceitável, cumprindo com o que ordenamos. O caso muda em termos de ajuda sem qualquer tipo de intervenção da nossa parte, pois embora não seja má de todo, ainda existe uma certa relutância em disparar e ajudar na eliminação dos inimigos. Um dos testes que podem efectuar é utilizarem a opção de fingirem que estão mortos, e esperar que o vosso colega cumpra o trabalho sozinho. É só um teste...
Army of Two, vive da ligação emocional destes dois amigos. Ou pelo menos é isso que a EA nos quer transmitir. Por muito que se esforcem, nunca senti que houvesse uma ligação real entre eles dois. Podemos estreitar esta ligação pelos cumprimentos de "amigalhaços", ou também pelo sistema de moral, onde as decisões que efectuamos, principalmente em questões delicadas como a do salvamento ou não de reféns, ou mesmo em termos de decisões morais. Estas decisões morais, são uma acção que tem um efeito colateral, mostrando que na guerra nem sempre os efeitos são assim tão óbvios.
'Army of Two: The 40th Day' Screenshot 2
Um presente para a viagem.
Também para criar este sentimento de entreajuda temos o clássico puxa e empurra, para ultrapassarmos quer muros, barreiras ou abrirmos determinadas portas. Esta falta de sentimento de ajuda, é principalmente devido a que todas as acções em conjunto são feita de forma mecânica e linear. Salvo algumas excepções, não existe um verdadeiro sentimento de ligação, nem em termos de personalidade. Essas excepções são quando pedimos protecção, onde o nosso colega usa um escudo, ou arranca uma porta para o efeito, e nos protege para podermos avançar. Mas esperava uma maior diversidade de situações, onde seriamos "obrigados" a decisões extremas de ajuda. Estas situações poderiam ser feitas de muitas formas, mas a mais usual é a de ajudar para podermos voltar a "viver", quando pedimos auxílio ao colega ou quando o ajudamos.



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Army Of Two

O roteiro de jogo apresenta os dois heróis do título, Tyson Rios e Elliot Salem, como soldados da divisão dos Rangers do exército americano, em uma missão na Somália, em 1993. Eles são designados para dar cobertura ao mercenário Phillip Clyde, da empresa SSC, em sua tarefa de assassinar um militar local. Com o êxito da empreitada, o Comandante Dalton, superior da dupla, é convidado a se juntar à companhia e resolve levar os dois como seus homens de confiança.

A trama então pula para a década atual, com o tal "exército de dois homens" executando as mais arriscadas missões ao redor do globo sob ordens da SSC. É o tipo de cenário básico para qualquer jogo de tiro genérico, mas "Army of Two" surpreende, colocando Rios e Salem em uma grande e envolvente conspiração: enquanto a SSC se torna a maior empresa privada de serviços militares do mundo, cresce a discussão sobre uma privatização total do exército americano no governo - e os dois descobrem que pode haver um traidor na organização ligado ao grupo terrorista Al Qaeda, o que desestabilizaria todo o cenário político dos EUA.


É uma trama bem amarrada e que conta com dois protagonistas carismáticos e uma boa dose de reviravoltas, mas é curta demais. É típico caso da história que começa a empolgar para logo em seguida terminar.

Um é bom, dois é melhor

Além da boa narrativa, "Army of Two" funciona de uma maneira competente, ainda que sem muitas surpresas no aspecto técnico ou mecânico, sempre focado no trabalho colaborativo dos dois heróis. Ao jogar sozinho, você pode escolher qualquer um, mas eles funcionam da mesma maneira e pedem as mesmas táticas para se apresentarem como soldados eficientes.

O centro da mecânica do jogo é um conceito bem conhecido dos jogadores de RPGs persistentes como "World of Warcraft": o Aggro. É bem simples: os inimigos se focarão no jogador que tiver a capacidade de causar maiores danos - ou pelo menos aquele que tiver uma postura mais agressiva em relação a eles. Portanto, a dinâmica dos combates consiste em posicionar um dos heróis de forma que ele ataque os inimigos e chame a atenção, subindo sua barra de Aggro até ficar vermelho, deixando o companheiro virtualmente invisível, o que permite que este aborde os inimigos pelas laterais de maneira furtiva e inesperada. Com um tempo determinado no Aggro, o personagem consegue poderes provisórios que aumentam seu poder de fogo
.

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Bioshock 2



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Bioshock



Nem precisa fazer muito suspense, é claro que estou falando de Bioshock.


Feliz 1959

Andrew Ryan era um visionário. Entre o capitalismo norte-americano, o comunismo soviético e as doutrinas da igreja católica, ele optou por criar sua própria sociedade, submersa em algum ponto do Atlântico e totalmente desvinculada da civilização. Bem-vindo a Rapture. Sem deuses ou reis, nesta cidade o artista não precisa temer o censor, o grande não fica constrangido pelo pequeno e cientistas não são limitados pela moralidade. Maravilhas da genética aperfeiçoam a raça humana além do imaginável. Mas quando o abuso foge do controle, o isolamento cobra seu preço.

Após um acidente aéreo, um sobrevivente sem nome descobre em um rochedo a entrada para Rapture. Ao acionar a batisfera que dá acesso à cidade, o desconhecido e o jogador deparam-se com o universo fantástico. Cartazes, avisos sonoros, néon e impressionantes efeitos de luz dão vida à uma cidade esquecida no tempo. Esses poucos minutos ilustram o alto valor de produção e denunciam: "Bioshock" é um grande jogo. Após a parada da batisfera, as coisas só tendem a melhorar para o jogador e piorar para o inafortunado sobrevivente.

A primeira cena de horror define o estado atual de Rapture. É um lugar amaldiçoado e esse sentimento de assombração persegue o jogador por toda sua jornada com sombras na parede e ruídos misteriosos. Em meio a mutantes e seres grotescos, uma voz amiga vem ao auxílio: através de um rádio de ondas curtas, Atlas pede auxílio para salvar sua família, presa em algum lugar da cidade. Enredo à parte, a voz atua muitas vezes como tutorial, explicando as peculiaridades do universo de "Bioshock", como os plasmids.

'Bioshock' Screenshot rapture
Uma porta sem retorno? Bem-vindo a Rapture 
Os plasmid são bem bacanas, esse aàé um dos primeiros.

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Splintercell Conviction

Novamente você se vê na pele do famoso espião Sam Fisher, que está um pouco mais velho, e não tão contente. Tudo começa alguns anos depois do Splinter Cell: Double Agent. A filha de Sam é morta, e ele teve que matar seu melhor amigo Lambert e ele não trabalha, mas para a agência governamental, Third Echelon. Sam Fisher volta à ação, quando descobre uma nova evidência que leva aos assassinos de sua filha
Se você jogou versões anteriores de Splinter Cell, notará mudanças logo na introdução do game. O antigo estilo “Stealth” foi embora, dando lugar a um novo, as ações ocorrem intensamente, além de Sam estar mais agressivo.

Os gráficos são ótimos (principalmente quando se trata dos personagens), apesar de não serem os melhores já vistos, a jogabilidade esta ótima, uma das melhores já feitas na minha opinião. E para melhorar, o enredo se desenvolve com Sam, a procura da vingança da sua filha.Há um novo recurso chamado “Execute”, onde você pode selecionar alvos e executa-los rapidamente apenas apertando um botão, mas não ache que será tão fácil antes você precisa adquirir esse recurso que só fica disponível depois que você mate alguém, corpo-a-corpo.

Outro recurso novo e interessante que a Ubsoft acertou, aqui basta Sam ficar em um local que não é atingido pela luz que Sam simplesmente “desaparece” para seus inimigos.

Há ainda o “Last Known Position”. Se um inimigo vir você, a sua posição continuará no último lugar que você foi visto, desse modo você pode montar algumas emboscadas, como deixar que eles te vejam e então os matando
pelas costas.


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Assassin's Creed terá legendas em português


'Assassin's Creed: Revelations' terá legendas em português (Foto: Divulgação)'Assassin's Creed: Revelations' terá legendas em
português no Brasil 

Conta Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft no Brasil
"É quase garantido que 'Assassin's Creed: Revelations' tenha versão legendada para o seu lançamento no final do ano", conta.
Ele afirma a produtora irá lançar edições traduzidas no país por conta das boas vendas que os títulos da companhia tiveram nos últimos meses. "O momento do mercado brasileiro de games é muito bom. A previsão [da Ubisoft] é que em três anos o Brasil supere a Europa em faturamento".



Assassin's Creed Revelations (Foto: Divulgação/Game Informer)'Assassin's Creed: Revelations' chega em novembro 









A edição anterior, "Brotherhood", ganhou capa e manuais em português e, recentemente, teve uma redução de 50% no preço no país. "O game para PlayStation 3 e Xbox 360 passou a custar R$ 100. É uma versão exclusiva para o mercado brasileiro e é a que tem o preço mais baixo do mundo", explica Chaverot. Os games anteriores, "Assassin's Creed" e "Assassin's Creed II", também tiveram corte nos preços, passando a custar R$ 60 e R$ 80.

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           Call ofDuty: Modern Warfare 3 começa imediatamente após MW2, com os russos invadindo a ilha de Manhattan, Nova York. Serão quinze missões no modo de campanha e o multiplayer terá 20 mapas (alguns podem ser cortados ou lançados posteriormente, como DLC), divididos entre áreas rurais e urbanas, além de variações no modo Spec Ops. O lançamento acontecerá em 8 de                     noeríodo em que a Activision acostumou o mercado a receber jogos da franquia de tiro em primeira pessoa.

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Batlefield 3


Conflito no mundo árabe

A demonstração apresentada por Patrick Bach, diretor de criação do jogo, mostrou sequências isoladas de ação no game ambientado em um futuro próximo na região entre – adivinhem – Irã e Iraque.
O clima parece de noticiário, mesmo que a câmera não seja tão nervosa quanto um Cloverfield, ou mesmo tão (intencionalmente) amadora quanto em Kane & Lynch 2.
Na versão demonstrada, um grupo de soldados é incumbido de resgatar fuzileiros capturados pela facção PLR, mostrando uma troca de tiros em um estacionamento de um prédio – em um momento quando um dos soldados é ferido, o jogador precisa carregá-lo para o canto e torcer para não ser alvejado – que culmina em uma explosão de carro que levanta uma verdadeira nuvem de fumaça preta, quase cobrindo a luz do sol.
Em outra parte, os soldados trocam tiros em um viaduto, culminando na chegada de um helicóptero aliado que vem destruir os blindados inimigos. Esta troca de tiros culmina em um prédio desmoronando – na direção do jogador. Acredite: você não gostaria de estar na pele daquele personagem.
Na sequência final, uma caça ao atirador de elite rival no topo dos prédios culmina na destruição de grande parte do mesmo com um lança-mísseis. Sutileza é para os fracos, pelo visto.
Rival à altura
A nova versão do motor gráfico Frostbite impressiona. A combinação dos efeitos de HDR (que simula as variações de luminosidade entre ambientes de iluminação diferente), fumaça, cenários destrutíveis e animação de personagem melhorada tornam a experiência visual uma das mais impressionantes do evento até agora.
Ah, sim: para quem se liga nisso, a versão principal de desenvolvimento é para PC, mas o game também deve sair no PlayStation 3 e Xbox 360.
Em primeira instância Battlefield 3 já se firma como um rival à altura para a série Call of Duty. Agora, o que eu realmente queria saber é se eles também pretendem vender o assoalho com subwoofer usado no evento (beleza, é zoação, mas acho que meus pés não vão esquecer da vibração monstruosa de certas partes da demo).


Na versão demonstrada, um grupo de soldados é incumbido de resgatar fuzileiros capturados pela facção PLR, mostrando uma troca de tiros em um estacionamento de um prédio – em um momento quando um dos soldados é ferido, o jogador precisa carregá-lo para o canto e torcer para não ser alvejado – que culmina em uma explosão de carro que levanta uma verdadeira nuvem de fumaça preta, quase cobrindo a luz do sol.
Esperaremos até o fim do ano.

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